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InjecçãoTIPOS DE BOMBAS DE INJECÇÃO
Os sistemas de injecção diesel dividem-se em três grupos: - Bombas de injecção em linha - Bombas de injecção rotativas - Sistema de injecção de acumulador
BOMBAS DE INJECÇÃO EM LINHA As bombas de injecção são formadas por um elemento de bombagem com um cilindro e um êmbolo de bomba por cada cilindro do motor. O êmbolo da bomba move-se na direcção de serviço pelo movimento do veio de excêntricos sendo este comandado pelo motor, e retrocede através de mola. Os elementos que formam a bomba estão dispostos em linha. Para poder variar o caudal de fornecimento o êmbolo dispõe de arestas de comando inclinadas, de maneira que, ao rodar o êmbolo mediante uma vareta de regulação, resulte no fluxo útil desejado. Existem válvulas de pressão adicionais situadas entre a câmara de alta pressão da bomba e a tubagem de impulsão que determinam um final de injecção exacto e procuram uma pulverização uniforme da bomba. Dentro do grupo de bombas injectoras em linha existem dois tipos: - Bomba injectora em linha standard PE: Um veio de aspiração determina o início do fornecimento, este fecha-se pela aresta superior do êmbolo. O caudal de injecção determina-se utilizando uma aresta de comando disposta de forma inclinada no êmbolo, que deixa livre a abertura da aspiração. - Bomba injectora em linha com válvula deslizante.
A principal diferença entre esta bomba e a bomba em linha standard é que a bomba com válvula corrediça desliza sobre um piston da bomba mediante um eixo actuador convencional, com o qual pode modificar-se o fluxo prévio e o início da injecção. BOMBA INJECTORA ROTATIVA DE ÊMBOLO AXIAL O funcionamento desta bomba consiste numa bomba de alhetas que aspira o combustível do depósito e o introduz no interior da câmara da bomba. O êmbolo realiza tantos percursos como o dos cilindros do motor e o de abastecimento. A bomba rotativa convencional dispõe de uma corrediça de regulação que determina o percurso útil e doseia o caudal de injecção. O início do fornecimento está regulado através de um anel de rodízios. O caudal de injecção é doseado por uma electroválvula, os sinais que ordenam o controlo e a regulação são processados por ECU (unidade de controlo de bomba e unidade de controlo de motor). Dentro do grupo das bombas injectoras rotativas existem três tipos: - Bomba de injecção individual PF: Este tipo de bombas não dispõe de veio de excêntricos próprio, contudo, o seu funcionamento é equiparável ao da bomba injectora em linha PE. Os excêntricos encarregados do accionamento encontram-se sobre o próprio veio equivalente ao utilizado no controlo de válvulas do motor, por isso não é possível variar o avanço mediante uma rotação do veio de excêntricos. - Unidade de bomba-injectora UIS: Neste tipo de bombas, por cada cilindro do motor monta-se uma unidade na cabeça que é accionada directamente por um accionador ou indirectamente por um balanceiro. Dispõe de uma pressão de injecção superior à proporcionada pelas bombas injectoras em linha e rotativas, isto é devido a não disporem de tubagens de alta pressão. Devido à elevada pressão de injecção consegue-se uma importante redução de emissões contaminantes. - Unidade de bomba-tubagem-injectora UPS: Este sistema de injecção trabalha segundo o mesmo procedimento da unidade bomba-injector. Este sistema, contrariamente à unidade bomba-injector, o injector e a bomba estão unidos por uma tubagem de corte de injecção. O injector UPS dispõe de uma injecção por cada cilindro do motor. A regulação electrónica do início e duração da injecção proporciona ao motor uma redução das emissões contaminantes. SISTEMA DE INJECÇÃO DE ACUMULAÇÃO - Common Rail CR: A criação de pressão e injecção faz-se em separado no sistema de acumulação. O caudal e o momento de injecção são calculados dentro da ECU e realizam-se através do injector a cada cilindro do motor.
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